No total, foram registados 231 casos de anticoncepcionais, de Janeiro a Maio deste ano, na província do Huambo, pelo Gabinete de Acção Social, Igualdade Familiar e Género, notificado ontem, chefe de departamento. Centro.

Adelina Morguier explicou que muitos casos foram notificados por falta de pagamento de alimentos. Mesmo depois de notificados pelas mesmas instituições, poucos pais compareceram e, após algumas notificações, os casos foram encaminhados para órgãos judiciais, como a Sala Familiar, e alguns foram resolvidos internamente.
O responsável estava preocupado com o aumento do número de casos de fuga de pais, uma vez que no ano passado foram registados 86 e de janeiro a maio deste ano apenas 231.
Ele prometeu que a instituição que dirige continuaria a desenvolver discursos para enfraquecer os cidadãos que continuam cometendo esses crimes. "Um pai que não respeita suas obrigações voluntárias pode ser autorizado a fazê-lo porque ele tem que ser o guardião da estabilidade da família." O impacto negativo desses crimes: “A fuga da paternidade e a violência contra a mulher é global. Problema, estigma social e criação de barreiras ao seu desenvolvimento inclusivo e sustentável”, disse.
O chefe do Departamento de Igualdade Social, Familiar e de Género disse ainda que a pobreza extrema, a falta de educação e outras oportunidades são as principais causas de vulnerabilidade das mulheres e raparigas.