A Polícia Pública do Distrito Federal está investigando o caso de uma pirâmide supostamente usada por Thiago da Silva Rocha, do Acre, que disse ser comerciante e grande investidor para pegar os ladrões de Bitcoin.
Segundo o portal Metrópoles, Rocha, que está desaparecido desde que o esquema desmoronou, pode ter recebido R$ 30 milhões de pelo menos 20 vítimas.
Segundo o site, Rocha iniciou o golpe participando de eventos organizados pela comunidade brasiliense e fazendo amizade com médicos, advogados, empresários e servidores públicos dos três poderes - Executivo, Legislativo e Justiça. “Com lábios afiados, a operadora mostrou aos clientes que é possível ganhar um retorno mensal de 3% sobre o valor investido no fundo virtual”, observou a publicação.
Para obter mais interesse das vítimas nas aplicações do mercado de criptomoedas, Rocha também realizou reuniões e cursos. Nessas reuniões, Metropoles disse, ele demonstrou o desenvolvimento de aplicativos em tempo real usando a plataforma que desenvolveu.
Para obter mais interesse das vítimas nas aplicações do mercado de criptomoedas, Rocha também realizou reuniões e cursos. Nessas reuniões, Metropoles disse, ele demonstrou o desenvolvimento de aplicativos em tempo real usando a plataforma que desenvolveu.
No entanto, depois que o negócio começou a desmoronar, como o resto da torre, os clientes de Rocha deixaram de receber seus 'dividendos' e começaram a exigir o retorno do investimento. Dessa forma, “Thiago não foi mais visto ou encontrado pelas vítimas”, a reportagem ressaltou que houve vítimas espalhadas em vários estados, como Minas Gerais, Acre e Goiás.
investimento fraudulento
Os investimentos das vítimas são diversos; tem gente que perdeu R$ 100 mil e gente que perdeu R$ 500 mil. Segundo a reportagem, um dos objetivos de Rocha é garantir que todos os seus fundos tradicionais sejam trocados pelo negócio fraudulento. Além disso, ele forneceu uma senha ao golpista para que ele pudesse controlar a quantia de R$ 1 milhão.
"Ficamos completamente devastados financeira e mentalmente", disse a vítima ao site. Há também casos em que os clientes vendem empresas para investir no negócio do emprestador de dinheiro, disse o site.
“No total, coloquei R$ 300 mil divididos em três blocos de ações de propriedade do Thiago. "Até consegui algum dinheiro, mas os pagamentos começaram a atrasar até pararem para sempre", disse o empresário.
A equipe de reportagem do Metropoles tentou entrar em contato com o comerciante que se acredita estar vendendo, mas ele não retornou a ligação.
