Zelensky ressalta perspectiva de ganhar status de UE em junho

O presidente ucraniano Volodymyr Zelensky reiterou hoje sua esperança de que em junho a Ucrânia ganhe o status de União Européia (UE), depois que o presidente polonês Andrzej Duda recebeu seu apoio e o da Polônia.


Durante uma coletiva de imprensa conjunta em Kiev, Zelensky disse que a Ucrânia é uma comunidade europeia há muito tempo, mas enfatizou que "fortes embaixadores e aliados" são necessários para entrar na UE, segundo a agência de notícias espanhola EFE, citando o polonês. agência de notícias PAP.

"Acreditamos que isso acontecerá e temos o status da UE selecionado em junho. Temos um forte apoio a Andrzej [Duda] nesse sentido", anunciou Zelensky.

O presidente da Ucrânia referiu-se ao "discurso histórico" do presidente polonês perante o Parlamento ucraniano, o primeiro com um líder estrangeiro desde 24 de fevereiro, dia em que começou a invasão russa, quando o chefe de Estado polonês confirmou que "a Polônia apoia e continuará para apoiar a Ucrânia".

"Pessoalmente, não descansarei até que a Ucrânia se torne membro da União Europeia", disse Andrzej Duda.

Mais tarde, numa conferência de imprensa, apelou aos líderes da UE e destacou o grande significado psicológico e político de dar à Ucrânia um lugar na cimeira da União Europeia, que terá lugar no final de junho.

“Hoje, a Ucrânia precisa da nossa marca para abrir as portas para a Europa”, disse Duda, enfatizando que a sociedade ucraniana quer fazer parte da sociedade europeia e não da influência russa, “o que é uma das razões para quem defende com bravura. seu país da violência russa."

O presidente polonês enfatizou a necessidade de "manter a unidade com a Ucrânia" e "unidade em torno da Ucrânia" dentro da UE e da OTAN, enfatizando que o povo ucraniano precisa não apenas de apoio militar e ajuda humanitária, mas também de apoio político e social.

Andrzej Duda acrescentou que "o mundo pode contribuir pacificamente para acabar com a guerra impondo sanções, sob intensa pressão sobre a Rússia, para isolá-la e excluí-la da comunidade internacional".


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