Na semana passada, a gasolina vendeu mais 0,4% do que o “preço efetivo” – o preço-alvo a meio da semana da ERSE – e o gasóleo 0,1% menos. Esta semana o "preço ativo" subiu mais de 5% em ambos
De acordo com o relatório semanal de acompanhamento da gasolina da ERSE – Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos, na semana passada o gasóleo foi mais barato e mais caro, em termos de “valor operacional” – o contrário do que aconteceu no último relatório.
“Durante a última semana, apurou-se que o preço médio de uma venda pública publicitada online, e reportado pelo Balcão Único da Energia, era 0,8 cêntimos/l [centavos o litro] mais do que o preço efetivo do combustível. 95 e menos 0,2 cêntimos/l no caso do gasóleo ligeiro”, refere a ERSE.
Ou seja, no caso da gasolina, represeta um aumento de 0,4% e do diesel, um decréscimo de 0,1%.
Na ERSE, o “preço efectivo” é um preço semana a semana que inclui o custo do combustível nos mercados internacionais relevantes e do marisco respetivamente, o básico, que inclui a componente estratégica e de segurança do Sistema Nacional de Petróleo, custos adicionais para os biocombustíveis componente de integração e vendas e impostos apropriados.
Na análise, a ERSE inclui os “preços de porta”, ou seja, o preço de venda ao público a clientes sem descontos, bem como os preços com desconto, divulgados pela Direção Geral de Energia e Geologia e descontos incluídos. , como os associados a cartões de remessa.
No caso dos descontos, “a gasolina leve 95 apresentou um desvio de 1,5% face ao preço efetivo e o gasóleo fácil – 4,5%”, ou seja, menos. 3,3 cêntimos/le 8 cêntimos/l em “preços ativos”, respectivamente.