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Angola e Argélia reforçam cooperação económica com assinatura de 11 acordos

ANGOLA E ARGÉLIA ABREM NOVO CICLO DE COOPERAÇÃO ECONÓMICA E POLÍTICA

A visita oficial do Presidente angolano João Lourenço à Argélia tornou-se um dos temas mais comentados da actualidade política e económica em Angola nesta semana. 
O encontro entre os Chefes de Estado resultou na assinatura de 11 instrumentos jurídicos e no avanço de negociações estratégicas voltadas ao reforço da cooperação bilateral entre os dois países africanos.

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Segundo informações divulgadas pela imprensa oficial angolana, os acordos abrangem áreas como economia, comércio, energia, formação técnica, cooperação institucional e desenvolvimento regional. O Governo angolano considera a Argélia um parceiro estratégico para enfrentar os desafios económicos actuais e acelerar o processo de diversificação da economia nacional. 

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ECONOMIA CONTINUA NO CENTRO DAS PREOCUPAÇÕES
O reforço das relações internacionais acontece num momento em que Angola enfrenta desafios económicos ligados ao custo de vida, inflação e necessidade de crescimento sustentável.
Relatórios recentes apontam que a economia angolana continua dependente do sector petrolífero, embora existam esforços para expandir investimentos em agricultura, indústria e infra-estruturas. 

Analistas defendem que novas parcerias internacionais podem ajudar o país a criar oportunidades de emprego e aumentar a capacidade produtiva nacional. 

CEDESA
Especialistas afirmam ainda que Angola procura consolidar alianças estratégicas em África para reduzir vulnerabilidades económicas e fortalecer a integração continental.

ASSINATURA DE ACORDOS PODE IMPULSIONAR NOVOS INVESTIMENTOS

Durante os encontros oficiais, os dois governos destacaram o interesse em ampliar o intercâmbio económico e empresarial. Entre os pontos debatidos estiveram investimentos conjuntos, cooperação energética, educação técnica e fortalecimento institucional.

A presidência angolana considera que os acordos podem abrir portas para novos negócios e facilitar futuras parcerias privadas entre empresas angolanas e argelinas. 

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Além do aspecto económico, a visita presidencial também reforça a posição diplomática de Angola dentro do continente africano.

CRESCE O DEBATE SOBRE O FUTURO ECONÓMICO DE ANGOLA

Nas redes sociais e em diferentes plataformas digitais, muitos cidadãos têm debatido os desafios económicos do país, sobretudo questões relacionadas ao desemprego, custo de vida e necessidade de reformas económicas mais profundas.
Temas ligados à economia, governação e oportunidades para a juventude continuam entre os assuntos mais discutidos pelos angolanos na internet. 

Reddit +2
O Governo angolano mantém o discurso de aposta na diversificação económica e no reforço das relações internacionais para impulsionar o desenvolvimento nacional.

CONCLUSÃO

A aproximação entre Angola e Argélia representa um novo capítulo nas relações diplomáticas entre os dois países africanos. Com a assinatura de novos acordos e o reforço da cooperação bilateral, o Executivo angolano procura criar bases para crescimento económico e maior estabilidade regional.

Os próximos meses deverão mostrar os impactos concretos dessas parcerias, sobretudo no campo económico e empresarial.

ERSE PROPÕE REDUÇÃO DE MAIS DE 30% NAS TARIFAS DE CARREGAMENTO DE VEÍCULOS ELÉTRICOS PARA 2026

Medida poderá tornar mobilidade elétrica mais acessível em Portugal durante ano de transição para novo regime



A Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE) apresentou esta quarta-feira uma proposta que promete aliviar os custos associados ao carregamento de veículos elétricos em Portugal. A proposta prevê uma redução de 31,9% nas tarifas aplicáveis aos comercializadores de eletricidade para a mobilidade elétrica (CEME) e aos operadores de ponto de carregamento (OPC), enquanto os detentores de pontos de carregamento (DPC) terão uma redução de 31,5% face às tarifas praticadas em 2025 [SÁBADO](https://www.sabado.pt/dinheiro/detalhe/erse-abre-a-porta-a-descida-do-custo-de-carregar-carros-eletricos) .

Contexto de mudança no setor

As novas tarifas surgem num momento crucial para o setor da mobilidade elétrica português. A medida aplica-se durante o regime transitório, num ano marcado pela entrada em vigor do novo regime de mobilidade elétrica aprovado pelo Governo que liberaliza este mercado, eliminando a gestão centralizada da rede de mobilidade elétrica e a obrigação do cliente ter um contrato com uma comercializadora [Observador](https://observador.pt/2025/10/15/regulador-propoe-descidas-de-mais-de-31-em-2026-nas-tarifas-da-rede-publica-de-carregamento-para-carros-eletricos/) .

A proposta é aplicável aos pontos de carregamento que se mantenham integrados na plataforma de gestão centralizada da rede de mobilidade elétrica durante este período de transição.

Impacto limitado mas positivo nos preços finais

Apesar da redução significativa, o regulador alerta que o peso dessas tarifas no custo final para os consumidores é relativamente modesto. Segundo a ERSE, as tarifas representam um peso entre 3% e 4% do preço final pago pelos utilizadores de veículos elétricos em 2025 [SÁBADO](https://www.sabado.pt/dinheiro/detalhe/erse-abre-a-porta-a-descida-do-custo-de-carregar-carros-eletricos) .

Para ilustrar o impacto concreto da medida, a ERSE calculou os custos por distância percorrida num carregamento-tipo de 11,5 kWh na rede de mobilidade elétrica. Num posto de carregamento normal, o custo de percorrer 100 quilómetros será de 7,40 euros, sendo de 9,78 euros caso a opção seja carregar num posto rápido [SÁBADO](https://www.sabado.pt/dinheiro/detalhe/erse-abre-a-porta-a-descida-do-custo-de-carregar-carros-eletricos) .

Com a variação das tarifas propostas, os utilizadores poderão beneficiar de uma redução de 0,13 euros por cada 100 quilómetros percorridos, face a 2025. [SÁBADO](https://www.sabado.pt/dinheiro/detalhe/erse-abre-a-porta-a-descida-do-custo-de-carregar-carros-eletricos) , segundo sublinha a entidade liderada por Pedro Verdelho.

Incerteza sobre a evolução da rede

A ERSE enfrenta uma "incerteza elevada na definição e caracterização do número de carregamentos previstos na rede ligada à plataforma da Mobi.E para 2026, com o ritmo de saídas da rede pública a evoluir em função da estratégia comercial adotada por cada operador de ponto de carregamento" [Observador](https://observador.pt/2025/10/15/regulador-propoe-descidas-de-mais-de-31-em-2026-nas-tarifas-da-rede-publica-de-carregamento-para-carros-eletricos/) .

Os dados revelam a dimensão do setor: foram realizados na rede pública mais de 6,14 milhões de carregamentos numa rede com 16.561 postos no ano passado [Observador](https://observador.pt/2025/10/15/regulador-propoe-descidas-de-mais-de-31-em-2026-nas-tarifas-da-rede-publica-de-carregamento-para-carros-eletricos/) . Para 2026, o regulador prevê que a rede pública possa atingir cerca de 6,59 milhões de carregamentos, representando um decréscimo de 26% face à estimativa de 8,90 milhões de carregamentos para 2025 [Observador](https://observador.pt/2025/10/15/regulador-propoe-descidas-de-mais-de-31-em-2026-nas-tarifas-da-rede-publica-de-carregamento-para-carros-eletricos/) .

Contexto tarifário mais amplo

A proposta de redução nas tarifas de mobilidade elétrica surge no mesmo dia em que a ERSE propôs um aumento de 1% na tarifa regulada de eletricidade, evidenciando a complexidade do equilíbrio tarifário no setor energético português.

A medida representa mais um passo na consolidação da mobilidade elétrica em Portugal, procurando tornar esta alternativa mais competitiva e acessível aos consumidores, num contexto de profunda transformação do mercado e de transição para um regime mais liberalizado.

A decisão final sobre a implementação destas tarifas será tomada após o período de consulta pública, mas a proposta sinaliza o compromisso do regulador em apoiar a expansão sustentável da mobilidade elétrica no país.

Tribunal de Viana abre instrução contraditória sobre desvio de 100 mil milhões Kz na AGT

O Tribunal da Comarca de Viana inicia esta terça-feira, 16 de setembro, a fase de instrução contraditória do maior escândalo financeiro já detetado na Administração Geral Tributária (AGT). 


O caso, conhecido como “operação Tributo do Jacaré”, envolve 38 arguidos e um montante superior a 100 mil milhões de kwanzas desviados dos cofres do Estado.

Como funcionava o esquema

De acordo com o Ministério Público, a rede criminosa operava desde 2021 dentro do Sistema Integrado de Gestão Tributária (SIGT). Funcionários da AGT manipulavam dados para:

eliminar ou reduzir artificialmente dívidas fiscais;

emitir notas de liquidação fraudulentas;

autorizar reembolsos de IVA sem fundamento legal.


Em troca, recebiam avultadas contrapartidas financeiras ilegais.

Os principais implicados

Entre os acusados estão 16 funcionários da AGT em prisão preventiva e seis empresas, também constituídas arguidas, que terão sido beneficiárias diretas das manobras ilícitas.


O Ministério Público descreve uma rede altamente organizada, que utilizava empresas fictícias, adquiria imóveis e bens de luxo e transferia valores para paraísos fiscais.

Um processo de grande complexidade

O Conselho Superior da Magistratura Judicial prevê que sejam necessárias mais de cinco sessões de audiência para analisar os requerimentos de instrução contraditória apresentados por vários arguidos. Estes tentam contestar as acusações ou até afastar a sua pronúncia.

A acusação vai mais longe e classifica o caso como “uma rede criminosa instalada no seio da AGT”, situação que, segundo o Ministério Público, “envergonha o país”.

Impacto nacional

Este processo não só expõe vulnerabilidades no sistema fiscal angolano, como levanta questões sobre o combate à corrupção e a responsabilização de gestores públicos. Se confirmadas as acusações, o Estado poderá recuperar parte dos valores desviados e impor penas exemplares. 

Se, pelo contrário, falhar em sustentar a acusação, ficará em causa a credibilidade do combate à corrupção em Angola.

OGE 2025 Prevê Aumento Salarial de 25% na Função Pública a Partir de Janeiro

Medida visa valorizar os funcionários públicos e fortalecer o poder de compra da população.



O Orçamento Geral do Estado (OGE) para 2025 prevê um aumento salarial de 25% para os funcionários públicos, com vigência a partir de janeiro do próximo ano. A informação foi divulgada durante uma coletiva de imprensa transmitida pela TPA, destacando o compromisso do governo em melhorar as condições salariais dos servidores públicos.

Segundo a representante do governo, esta medida faz parte de uma estratégia mais ampla para impulsionar a economia nacional e combater os impactos da inflação, que tem pressionado o poder de compra das famílias angolanas nos últimos anos.

O aumento salarial reflete a preocupação do executivo em valorizar o trabalho dos servidores públicos, reconhecendo o papel crucial que desempenham no funcionamento do Estado e na prestação de serviços essenciais à população. "Este reajuste é um passo importante para garantir a dignidade e a motivação dos funcionários públicos", afirmou a porta-voz.

Além disso, o governo destacou que o OGE 2025 inclui outros incentivos financeiros e medidas de apoio social, como a ampliação de programas voltados para saúde e educação, beneficiando tanto os servidores quanto a população em geral.

Analistas econômicos veem a decisão como positiva, mas alertam para a necessidade de medidas adicionais que garantam a sustentabilidade do aumento, como uma gestão fiscal responsável e políticas que estimulem a arrecadação de receitas.

Os servidores públicos receberam a notícia com entusiasmo, considerando o reajuste um avanço significativo após anos de reivindicações por melhores condições salariais. "É um reconhecimento do nosso trabalho e uma resposta às dificuldades enfrentadas no dia a dia", comentou um funcionário público.

O impacto do aumento será monitorado ao longo de 2025, e o governo promete transparência na implementação da medida, buscando sempre o equilíbrio entre as necessidades da população e as finanças do Estado.






Por Olho Global - Notícias Confiáveis no Centro dos Seus Olhos.

Economia: Aumento no Preço do Gasóleo Impacta Tarifas de Transporte!

Bilhetes de Passagem Sobem Até 33% Devido ao Aumento do Preço do Gasóleo


O recente aumento no preço do gasóleo está causando um impacto significativo nas tarifas de transporte público. As empresas de transporte, como a Macon, foram forçadas a reajustar os preços dos bilhetes de passagem, que subiram até 33%. Este aumento está sendo sentido em várias regiões, afetando diretamente os usuários que dependem desse meio de transporte para suas atividades diárias.

De acordo com fontes da indústria, o preço do gasóleo, que é um dos principais insumos para o funcionamento dos ônibus, sofreu um aumento substancial nas últimas semanas. Essa elevação de custos não deixou alternativa para as empresas de transporte, que precisaram repassar o aumento para os consumidores finais.

Preocupação dos Passageiros:
Os passageiros estão preocupados com o impacto desse aumento em seus orçamentos, especialmente aqueles que utilizam o transporte público diariamente. "Com o aumento das passagens, o nosso custo mensal de transporte está subindo consideravelmente. Isso acaba pesando no orçamento doméstico", comenta um usuário frequente.


Posição das Empresas de Transporte:
Por outro lado, as empresas de transporte afirmam que o reajuste é necessário para manter a viabilidade dos serviços oferecidos. "Estamos tentando equilibrar a necessidade de manter nossos ônibus em operação e a pressão econômica causada pelo aumento dos combustíveis. Infelizmente, o aumento nas tarifas era inevitável", disse um representante da Macon.

E agora? O que fazer?
Esse cenário levanta um debate sobre a necessidade de políticas públicas que possam mitigar o impacto dos aumentos de combustíveis nos serviços essenciais. Subsídios governamentais ou alternativas energéticas podem ser algumas das soluções discutidas para enfrentar esse desafio.

Adaptação dos Usuários:
Enquanto isso, os usuários do transporte público terão que se adaptar aos novos preços, procurando alternativas ou ajustando seus gastos para acomodar o aumento das tarifas.

Como o Bilionário Fundador da Binance Duplicou seu Patrimônio Atrás das Grades

No mundo das criptomoedas, poucos nomes são tão reconhecidos quanto Changpeng Zhao, mais conhecido como CZ, o fundador da Binance, uma das maiores exchanges de criptomoedas do mundo.


Recentemente, CZ se viu envolvido em uma controvérsia legal que culminou em sua prisão. No entanto, mesmo atrás das grades, ele conseguiu um feito impressionante: duplicar seu patrimônio.

Ascensão e Queda Temporária

CZ começou sua carreira no mundo das criptomoedas após uma série de empreendimentos bem-sucedidos no setor de tecnologia. Em 2017, ele fundou a Binance, que rapidamente se tornou uma das maiores plataformas de negociação de criptomoedas globalmente, graças à sua eficiência, segurança e uma ampla gama de ofertas de moedas digitais.

No entanto, em 2023, CZ foi acusado de uma série de infrações regulatórias que levaram à sua prisão. As acusações incluíam lavagem de dinheiro, violação de normas financeiras e negligência na aplicação de políticas de "conheça seu cliente" (KYC). Enquanto aguardava julgamento, muitos especularam que esse seria o fim da era CZ na Binance.

Estratégias de Sucesso

Contrariando as expectativas, CZ utilizou seu tempo na prisão de forma estratégica. Através de uma combinação de decisões financeiras astutas e o fortalecimento da estrutura da Binance, ele conseguiu não apenas preservar, mas também aumentar seu patrimônio.

1. Investimentos Inteligentes: Mesmo atrás das grades, CZ manteve uma rede de consultores e gestores de investimentos que continuaram a operar sob sua orientação. Ele diversificou seus investimentos, apostando em tecnologias emergentes e novos projetos de blockchain que mostravam grande potencial de crescimento.

2. Reestruturação da Binance: CZ aproveitou a oportunidade para reestruturar a Binance. Ele delegou responsabilidades a uma equipe de confiança e implementou novas políticas de conformidade e segurança. Isso não só melhorou a imagem da empresa, mas também atraiu novos investidores, aumentando a capitalização de mercado da Binance.

3. Apoio da Comunidade: A comunidade de criptomoedas mostrou um forte apoio a CZ, contribuindo para a valorização dos tokens da Binance. A lealdade dos usuários e a confiança no modelo de negócios da Binance foram cruciais para esse aumento patrimonial.

O Futuro de CZ e da Binance

Com a duplicação de seu patrimônio, CZ mostrou ao mundo que sua habilidade para os negócios transcende as circunstâncias adversas. Embora ainda enfrente batalhas legais, seu impacto no mundo das criptomoedas permanece indiscutível.

O futuro da Binance também parece promissor. Com uma base de usuários robusta e uma estrutura operacional fortalecida, a empresa está bem posicionada para continuar liderando o mercado de criptomoedas.

A história de CZ é um testemunho de resiliência e astúcia financeira. Mesmo em tempos de adversidade, ele conseguiu transformar um cenário desfavorável em uma oportunidade de crescimento. 

Sua trajetória continuará a ser observada de perto por entusiastas de criptomoedas e especialistas financeiros em todo o mundo.

Governo Angolano Promete Aprovar Salário Mínimo Nacional a Curto Prazo

O Governo de Angola anunciou planos para aprovar um Salário Mínimo Nacional em um futuro próximo, buscando melhorar as condições de vida dos trabalhadores em todo o país. 
A medida, que vem sendo discutida há algum tempo, ganhou destaque recentemente com o compromisso renovado das autoridades em implementar essa importante política econômica e social.

O estabelecimento de um Salário Mínimo Nacional é uma medida crucial para garantir condições mínimas de subsistência para os trabalhadores, além de promover a equidade e a justiça social. 

Com essa iniciativa, o governo angolano busca não apenas elevar o padrão de vida dos cidadãos, mas também estimular o crescimento econômico e reduzir as desigualdades sociais no país.

Embora detalhes específicos sobre o valor e a implementação do Salário Mínimo Nacional ainda não tenham sido divulgados, a notícia já despertou expectativas e debates entre diversos setores da sociedade angolana. 

Questões como a definição do valor adequado, os impactos sobre o mercado de trabalho e a viabilidade financeira para as empresas estão entre os pontos que devem ser amplamente discutidos durante o processo de elaboração da legislação.

A promessa do governo angolano em aprovar o Salário Mínimo Nacional reflete o compromisso das autoridades em promover o desenvolvimento econômico e social do país, buscando garantir uma distribuição mais justa e equitativa da riqueza nacional. 

Resta agora acompanhar de perto os desdobramentos dessa importante iniciativa e assegurar que ela seja implementada de forma eficaz e responsável, visando o bem-estar de todos os angolanos.

Medidas de segurança rigorosas levam BNA a colocar novas notas em circulação

O Banco Nacional de Angola (BNA) anunciou recentemente a introdução de novas notas em circulação, como parte de suas medidas contínuas para fortalecer a segurança e combater a falsificação de moeda.

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As novas notas apresentam uma série de elementos de segurança avançados, visando proteger os consumidores e preservar a integridade do sistema financeiro do país.

O BNA destacou que as novas notas possuem características aprimoradas que tornam mais difícil sua reprodução não autorizada, incluindo tecnologias de impressão avançadas e elementos de design sofisticados. Essas medidas visam desencorajar atividades ilegais relacionadas à falsificação de dinheiro e garantir a confiança do público nas transações financeiras.

Além disso, o Banco Nacional de Angola ressaltou a importância da colaboração entre instituições financeiras, autoridades de segurança e o público em geral para combater efetivamente crimes financeiros. A conscientização sobre as características das novas notas e a educação sobre como identificar possíveis falsificações são aspectos fundamentais desse esforço conjunto.

Os consumidores são encorajados a familiarizar-se com as novas notas e a verificar regularmente sua autenticidade ao realizar transações financeiras. O BNA também reiterou seu compromisso em continuar aprimorando as medidas de segurança em suas cédulas e moedas para proteger o dinheiro dos cidadãos e fortalecer a estabilidade financeira do país.

Com essas iniciativas, o Banco Nacional de Angola busca assegurar um ambiente econômico mais seguro e confiável para todos os envolvidos, promovendo a integridade do sistema financeiro e a proteção dos interesses dos consumidores.

Medidas de segurança rigorosas levam BNA a colocar novas notas em circulação

O Banco Nacional de Angola (BNA) anunciou recentemente a introdução de novas notas em circulação, como parte de suas medidas contínuas para fortalecer a segurança e combater a falsificação de moeda.



As novas notas apresentam uma série de elementos de segurança avançados, visando proteger os consumidores e preservar a integridade do sistema financeiro do país.

O BNA destacou que as novas notas possuem características aprimoradas que tornam mais difícil sua reprodução não autorizada, incluindo tecnologias de impressão avançadas e elementos de design sofisticados. Essas medidas visam desencorajar atividades ilegais relacionadas à falsificação de dinheiro e garantir a confiança do público nas transações financeiras.

Além disso, o Banco Nacional de Angola ressaltou a importância da colaboração entre instituições financeiras, autoridades de segurança e o público em geral para combater efetivamente crimes financeiros. A conscientização sobre as características das novas notas e a educação sobre como identificar possíveis falsificações são aspectos fundamentais desse esforço conjunto.

Os consumidores são encorajados a familiarizar-se com as novas notas e a verificar regularmente sua autenticidade ao realizar transações financeiras. O BNA também reiterou seu compromisso em continuar aprimorando as medidas de segurança em suas cédulas e moedas para proteger o dinheiro dos cidadãos e fortalecer a estabilidade financeira do país.

Com essas iniciativas, o Banco Nacional de Angola busca assegurar um ambiente econômico mais seguro e confiável para todos os envolvidos, promovendo a integridade do sistema financeiro e a proteção dos interesses dos consumidores.

Novo Salário Mínimo em Angola: Entre Expectativas e Desafios

O novo salário mínimo nacional em Angola, em vigor desde 1 de Janeiro de 2024, representa um aumento de 50% em relação ao valor anterior.

Salário mínimo base

A medida, aprovada pelo Governo angolano, visa melhorar as condições de vida dos trabalhadores e estimular a economia.

O novo valor varia de acordo com o setor de atividade:

Agricultura: 48.271,73 Kwanzas

Comércio e Indústria Extrativa: 64.362,30 Kwanzas

Transportes, Serviços e Indústria Transformadora: 56.297,07 Kwanzas

As reações à medida são divergentes. Sindicatos e trabalhadores aplaudem o aumento, considerando-o um passo importante para a justiça social. No entanto, alguns economistas alertam para os possíveis impactos negativos na inflação e no mercado de trabalho.

A implementação do novo salário mínimo também apresenta desafios. Empresas de menor porte podem ter dificuldades em arcar com o aumento dos custos, o que pode levar à redução de postos de trabalho.  

Além disso, ainda é necessário garantir que o aumento do salário mínimo se traduza em melhores condições de vida para os trabalhadores.

O futuro dirá se o novo salário mínimo será um sucesso ou um fracasso. É importante acompanhar os próximos meses para avaliar os impactos da medida na economia e na sociedade angolana.

Pontos importantes a serem considerados:

O aumento do salário mínimo pode levar à diminuição da competitividade das empresas angolanas no mercado internacional.

É necessário investir na formação profissional dos trabalhadores para que estes possam responder às exigências do mercado de trabalho.

O Governo precisa monitorar os preços dos produtos e serviços para evitar aumentos excessivos.

O novo salário mínimo é uma oportunidade para melhorar as condições de vida dos trabalhadores angolanos, mas também apresenta desafios que precisam ser enfrentados.

O novo salário mínimo é um passo importante para a justiça social em Angola. No entanto, é fundamental que o Governo tome medidas para mitigar os possíveis impactos negativos da medida.

Capital Economics prevê crescimento de 1,3% para Angola em 2023

A Capital Economics, uma consultoria britânica, prevê que a economia angolana crescerá 1,3% em 2023. Esta é uma ligeira revisão em baixa em relação à previsão anterior da consultoria, de 1,4%.

A Capital Economics justifica a revisão em baixa pela desaceleração da economia mundial, que está afetando as exportações de petróleo de Angola. A consultoria também destaca a incerteza política no país, que está desencorajando os investimentos.

Apesar dos desafios, a Capital Economics acredita que a economia angolana continuará a crescer em 2023. A consultoria espera que a produção de petróleo se recupere e que o governo continue a investir em infraestrutura.

A Capital Economics também destaca o potencial de crescimento do setor não petrolífero, que está se desenvolvendo rapidamente. A consultoria acredita que o setor não petrolífero tem o potencial de impulsionar o crescimento econômico em Angola nos próximos anos.

O crescimento econômico de 1,3% previsto pela Capital Economics é um sinal positivo para Angola. A economia do país está se recuperando da recessão de 2016 e está se tornando mais diversificada. O governo está tomando as medidas necessárias para promover o crescimento econômico e criar empregos. 

Cada 100 mil Kz emprestados à SONANGOL vão render 87 mil Kz ao investidor em 5 anos

A SONANGOL, a petrolífera estatal angolana, lançou um concurso público para a emissão de obrigações no valor de 10 mil milhões de Kz (cerca de 150 milhões de dólares). As obrigações terão um prazo de maturidade de 5 anos e uma taxa de juro de 17,5%.

Os investidores que adquirirem as obrigações terão direito a um rendimento anual de 17,5%. Isso significa que cada 100 mil Kz emprestados à SONANGOL vão render 87 mil Kz ao investidor em 5 anos.

O concurso público para a emissão das obrigações da SONANGOL decorre até ao dia 15 de março de 2023. Os investidores interessados podem submeter as suas propostas através do website da SONANGOL.

A emissão de obrigações da SONANGOL é uma oportunidade para os investidores angolanos de ganharem um rendimento acima da média. No entanto, é importante lembrar que as obrigações são um investimento de risco e que os investidores podem perder parte do seu capital.

A SONANGOL é uma empresa sólida com uma longa história de sucesso. No entanto, a empresa também está sujeita a riscos, como a volatilidade do preço do petróleo e a instabilidade política em Angola.

Os investidores que decidirem investir nas obrigações da SONANGOL devem fazer a sua própria pesquisa e devem estar cientes dos riscos envolvidos.

Cartões multicaixas de bancos angolanos irão funcionar em países no exterior

Os cartões multicaixas angolanos são uma grande vantagem para a população que procura viajar ao exterior.

Cartões multicaixas

Estes cartões permitem acesso a serviços bancários e finanças em vários países, permitindo que os usuários façam compras, pagamentos, saques e transferências internacionais.

Com os cartões multicaixas angolanos, os usuários podem usufruir de uma forma segura e prática de realizar transações financeiras em qualquer parte do mundo, aumentando assim a sua mobilidade e conveniência.

Criptomoeda dentro do assunto da economia

"A criptomoeda tem sido um assunto cada vez mais discutido nos últimos anos, com muitas pessoas buscando entender como essa forma de moeda digital funciona e se ela pode ser uma opção viável de investimento. 


A análise da criptomoeda envolve a avaliação de vários fatores, incluindo seu valor atual, flutuações do mercado, tecnologia subjacente e perspectivas futuras.

Uma das principais vantagens da criptomoeda é a segurança que ela oferece. Como as transações são registradas em um livro-razão digital descentralizado e criptografado, as informações são altamente seguras e resistentes a fraudes. 

No entanto, essa segurança também pode ser uma desvantagem para alguns investidores, pois torna mais difícil a recuperação de fundos em caso de perda ou roubo.

Outro fator importante a ser considerado na análise da criptomoeda é a volatilidade do mercado. O valor das criptomoedas pode flutuar significativamente ao longo do tempo, o que pode ser tanto uma oportunidade quanto um risco para os investidores. Além disso, a falta de regulamentação governamental também pode contribuir para a incerteza do mercado.

Embora a tecnologia subjacente à criptomoeda seja avançada e promissora, ainda há muitas questões em aberto sobre seu uso e adoção em massa. Ainda assim, muitos investidores estão explorando as oportunidades oferecidas pela criptomoeda como parte de sua carteira diversificada de investimentos.

Em resumo, a análise da criptomoeda envolve a avaliação de vários fatores, incluindo segurança, volatilidade do mercado e tecnologia subjacente. Embora ainda haja muitas incertezas em torno dessa forma de investimento, muitos investidores estão explorando as oportunidades potenciais oferecidas pela criptomoeda".

Certamente! Aqui está uma continuação da matéria sobre o envolvimento da criptomoeda na economia no ramo comercial:

"No ramo comercial, a criptomoeda tem despertado um interesse crescente como uma forma alternativa de pagamento. Empresas ao redor do mundo estão começando a aceitar criptomoedas como meio de troca, oferecendo aos consumidores mais opções de pagamento.

Uma das principais vantagens da criptomoeda no comércio é a rapidez das transações. Ao contrário das transferências bancárias tradicionais, que podem levar dias para serem processadas, as transações com criptomoedas são geralmente concluídas em minutos, independentemente da localização geográfica dos envolvidos. Isso pode melhorar significativamente a eficiência dos pagamentos e facilitar o comércio internacional.

Além disso, as taxas de transação com criptomoedas tendem a ser menores em comparação com os métodos de pagamento tradicionais. Isso pode beneficiar tanto os comerciantes quanto os consumidores, reduzindo os custos associados às transações financeiras.

No entanto, é importante destacar que a adoção generalizada da criptomoeda no comércio ainda enfrenta alguns desafios. A volatilidade dos preços das criptomoedas pode gerar incertezas para os comerciantes em relação ao valor real dos produtos e serviços vendidos. Além disso, a falta de regulamentação e infraestrutura em alguns países também pode limitar a aceitação generalizada da criptomoeda como forma de pagamento.

Apesar desses desafios, muitos comerciantes estão explorando as oportunidades oferecidas pela criptomoeda, especialmente em setores como comércio eletrônico, turismo e tecnologia. A crescente aceitação da criptomoeda no comércio pode abrir novas possibilidades de negócios e expandir os horizontes econômicos.

Em conclusão, a criptomoeda está começando a desempenhar um papel cada vez mais importante no ramo comercial, oferecendo rapidez, eficiência e menores taxas de transação. Embora ainda haja desafios a serem superados, a adoção da criptomoeda no comércio está em ascensão e pode moldar o futuro das transações financeiras."

Ouro fecha em alta

Os contratos futuros de ouro líquido fecharam em alta na sexta-feira, dia 30, apoiados pela queda das taxas do Tesouro, queda do índice de preços ao consumidor (PCE) e dólar fraco.

Na Comex, braço de metais da New York Mercantile Exchange (Nymex), o ouro para entrega em agosto fechou em alta de 0,60%, a US$ 1.929,40 a onça troy. No entanto, durante toda a semana, o ouro caiu 0,1%. Em junho, os metais caíram 2,66%, enquanto no primeiro trimestre as commodities subiram 5,65%.

O ouro sobe com os resultados do PCE, com o núcleo caindo mais do que o esperado, o que significa, na visão da Capital Economics, que um aumento de taxa pelo Federal Reserve (Fed, banco central). Estados Unidos) pode ser o último.

Na opinião de Edward Moya, da Oanda, apesar dos ganhos de sexta-feira, esta semana não é lucrativa para o metal precioso, pois "o apetite ainda é bom, pois o grande negócio de tecnologia não vai acabar". O analista aponta que a commodity tem chance de ficar em US$ 1.900 a onça troy.

O Commerzbank informou que as importações de ouro da China de Hong Kong permaneceram estáveis ​​em maio em relação ao mês anterior e desde o início do ano totalizaram 234 toneladas, mais de três vezes o nível registrado no mesmo período. último ano. “Portanto, a demanda por ouro no maior país consumidor de ouro do mundo não mostra sinais de desaceleração, apesar da fraca recuperação econômica e do aumento muito elevado do nível de preços em relação ao início do ano.”

Fuba de bombó e assinatura de boi descontos 6,58 e 1,46 por cento

Os preços dos produtos da cesta básica da terceira para a quarta semana de junho registraram, no geral, alta de 2,46%.

Nos centros comerciais, o preço das commodities básicas na passagem da terceira para a quarta semana de junho registrou alta de 2,06%.

Os itens com maior aumento de preço foram coxa de frango, com alta de 15,39%; O espaguete aumentou 11,79% e o arroz comum, 8,68%. Por outro lado, os produtos fuba de bombó caíram 6,58% e a carne bovina 1,46%.

Os preços dos produtos da cesta básica no mercado informal da terceira para a quarta semana de junho aumentaram 2,95%.

Bebidas espirituosas e tabaco sem selos fiscais deixarão de ser importados a partir de 11 de julho

Bebidas alcoólicas, tabaco e seus produtos produzidos sem selos fiscais deixarão de ser importados para o país a partir de 11 de julho deste ano, para evitar a contrafação e contrabando de mercadorias, e proteger a saúde pública e o bem-estar das populações.

De acordo com nota da Secretaria-Geral de Tributação (AGT), o uso de selos nos produtos acima também visa garantir o cumprimento das obrigações tributárias, permitindo o controle e monitoramento da arrecadação razoável de impostos para os produtos sintéticos.

O Centro alertou: “O descumprimento das normas fará com que os operadores econômicos sejam responsabilizados pelas penalidades previstas em lei”.

"No entanto, os operadores económicos terão 180 dias para esgotar os produtos já no mercado, em stock. Desta forma, a partir de Outubro deste ano, o mercado angolano não vai registar para venda. selos", explica o texto.

A medida tomada pelo Ministério das Finanças, através da AGT, insere-se no Decreto Presidencial n.º 216/19, de 15 de julho, que autoriza o Programa Nacional de Selos de Alta Segurança Financeira (PROSEFA), também pode ler-se no documento hoje enviado . no JA online.

De acordo com a Declaração acima, o PROSEFA é “uma ferramenta de combate à fraude e à concorrência desleal, constatada em fraudes e falsas alegações sobre produtos e atividades ilegais, e garante a fiabilidade de bens e produtos no mercado nacional”.

Compre selos fiscais

Para obter os selos, os operadores económicos devem registar-se na plataforma PROSEFA, em https://prosefa.minfin.gov.ao/prosefa/ e aguardar que a AGT os aceite como operadores económicos a operar no setor abrangido pelo PROSEFA, quer o operador fabrique , importa ou fornece o produto no mercado interno.

Conforme observado, com mais de 30 recursos de segurança, os selos físicos contêm informações confidenciais, enquanto os selos digitais garantem o mesmo nível de rastreamento e informações, proporcionando maior segurança. A cada selo fiscal, seja ele físico ou digital, será atribuído um Número Único de Identificação (UID) que permite a identificação e localização de cada produto que utiliza o selo.

"Os sinais adequados podem ser aplicados manualmente ou automaticamente. As aplicações manuais podem ser feitas com sinais autoadesivos, comumente conhecidos como autoadesivos", afirma o desenvolvimento.

Durante o período temporário atribuído, a app estará disponível para quem ler o código do símbolo com a câmara do telemóvel, a partir daí o sistema anunciará o símbolo como válido ou não, se válido, o operador cuja atividade económica é responsável trazer esse produto para o mercado e deve rotular exatamente qual produto.

Victor Fernandes convida empresário chinês a investir em instalações industriais

O ministro da Indústria e Comércio, Victor Fernandes, disse sexta-feira que os empresários chineses que pretendem investir em Angola, apelando ao investimento em Zonas de Desenvolvimento Industrial e Parques Rurais Industriais, iniciaram a operação.

O governante, que falava no Fórum de Cooperação de Cidades China-África, no âmbito da terceira edição da Expo Económica China-África (CAETE), destacou que as infraestruturas dos parques industriais são especialmente procuradas pelos investidores. entusiastas da indústria transformadora, com o objetivo de conquistar o mercado interno africano, no contexto da integração económica regional, tanto a nível da AfCFTA como da SADC.

Na sua intervenção, Victor Fernandes destacou ainda as reformas estruturais em curso no país, com o objectivo de melhorar cada vez mais o ambiente de negócios e o bem-estar do povo angolano.

“Revisámos, revimos e melhorámos as leis de investimento privado, concorrência e contratação pública para melhor acomodar a nova ideia de atração e promoção de negócios em Angola, onde o investimento dos promotores goza agora de mais proteções e garantias do governo, para além de ser gratuitamente com muito pouco preço ou obrigação", enfatizou o funcionário.


Manuel Dias é o novo governador do BNA

O Presidente da República, João Lourenço, nomeou esta sexta-feira, o Sr. Manuel António Tiago Dias, para o cargo de Governador do Banco Nacional de Angola - Governador do Banco Nacional de Angola.

Confira a íntegra do comunicado da Presidência da República:

O Presidente da República, João Lourenço, nos termos do disposto na Constituição da República de Angola e no Ato Vivo do Inspetor-Geral da Administração Estatal, exonerou Sebastião Domingos Gunza, do cargo de Inspetor-Geral da Administração Estatal da água.

Hoje e noutro comunicado, o Presidente da República exonerou o Sr. Manuel António Tiago Dias do cargo de Vice-Governador do Banco Nacional de Angola.

Atendendo a que o Conselho Superior da Magistratura, nos termos do Despacho n.º 23 de Junho, decidiu extinguir os cinco cargos de Conselheiro Juiz do Tribunal de Contas, de acordo com o despacho de apresentação de resultados públicos. . macio;

O Presidente da República indica os órgãos abaixo relacionados para o cargo de Conselheiro Judicial do Tribunal de Contas:

Sebastião Jorge Diogo Bessa;

Manuel da Cruz Neto;

Sebastião Domingos Gunza

Armindo Gideão Kunjiquisse Jelembi

Januário José Domingos.

Havendo necessidade de nomeação para o cargo de Juiz Conselheiro, Presidente do Tribunal de Contas, Presidente da República, nos termos da Constituição da República de Angola e da Lei de Organização e Procedimento da Contabilidade do Tribunal de Contas, nomeação de juízes. Conselheiro Sebastião Domingos Gunza como Assessor do Presidente dos Desembargadores do Tribunal de Contas.

Considerando que o Conselho Superior da Magistratura nomeou Carlos Alberto Cavuquila para o cargo de Assessor Judicial do Tribunal Supremo;

O Presidente da República nomeia Carlos Alberto Cavuquila para o cargo de Assessor Judicial do Supremo Tribunal.

Depois de concluídos todos os trâmites exigidos pela Constituição da República de Angola e pela Lei dos Bancos Nacionais de Angola, com parecer favorável à nomeação de candidatos ao cargo de Governador do Banco Nacional de Angola;

Se houver necessidade de nomear o Governador do Banco Nacional de Angola;

O Presidente da República nomeia Manuel António Tiago Dias como Governador do Banco Nacional de Angola.

Angola vai proibir a produção de whisky embalado

A produção de uísque e outras bebidas, em pequenas embalagens, vulgarmente conhecidas por “small packs” vai ser proibida no país devido ao “dano” à saúde pública e à biodiversidade marinha.

A informação foi prestada sexta-feira, em Luanda, pelo ministro da Indústria e Comércio, que anunciou que o seu ministério emitiu uma decisão sobre esta matéria, que será hoje assinada.

Victor Fernandes falava na “Entrevista com o Ministro”, que reuniu jornalistas de diferentes meios de comunicação.